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Partire...

"Partire è un pó morire", dice l'Adagio
"Ma è meglio partire che morire", aggiunge Carrara.
("Partir é morrer um pouco", diz o Adágio
"Mas é melhor partir do que morrer", retruca Carrara.)

CIDADE ITALIANA SUSPENDE PARCERIA COM BRASIL


CIDADE ITALIANA SUSPENDE PARCERIA COM BRASIL 

TREVISO,15 JUN (ANSA) - A cidade de San Polo di Piave (província de Treviso, na região do Veneto), que preparava uma parceria com o município catarinense de Arroio Trinta, cancelou a iniciativa, para protestar contra a libertação de Cesare Battisti, considerado um ex-terrorista em solo italiano.
"O Conselho Comunal quis se posicionar com força e mostrar que a parceria em curso ficou ameaçada com o caso Battisti", disse o prefeitoVittorio Andretta, em repúdio à posição do Brasil, que negou a extradição de Battisti, condenado à prisão perpétua na Itália por quatro assassinatos cometidos na década de 1970, quando militava no PAC (Proletários Armados pelo Comunismo).
Para Andretta, a parceria entra em confronto com o caso Battisti, apesar de San Polo di Piave, como indicado por jornais locais, ter muitos pontos em comum com a cidade brasileira. A começar pelo fato do prefeito sul-americano, Claudio Spricigo, ter um avô nascido em San Polo.
No entanto, apesar do duro posicionamento da cidade veneta, nem tudo está perdido, porque a medida pode ser retirada e as negociações retomadas. Isso foi confirmado pelo próprio Andretta, que anunciou que Spricigo enviou-lhe uma carta na qual lamenta a decisão do governo brasileiro de libertar Battisti.
"Solicitarei um aconselhamento da Anci (a Associação dos Municipios Italianos) e então decidiremos o que fazer", comentou Andretta.

Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) validou a decisão tomada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu último dia de governo de não extraditar o italiano.
O plenário do Supremo também determinou a libertação de Battisti, que estava em prisão preventiva.
Preso no Brasil em 2007, ele recebeu o status de refugiado político dois anos depois pelo então ministro da Justiça, Tarso Genro. (FONTE ANSA) - 15/6/2011 15:51:00 (BRASÍLIA)

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